Lançamento da Tone Ink, o Face Breaker é o fuzz distortion que reune referências sonoras dos pedais que fundaram a história do rock e classic metal dos anos 60 e 70. Hendrix, Page, Iommi, Gilmour, Clapton, Fuzz Face, Tone Bender, Big Muff e até Dallas Range Master.  O Face Breaker pode ser usado como treble booster, fuzz, classic distortion ou mesmo um drive. Tudo isso sempre com uma pitada britânica. Versátil, dinâmico e orgânico, acompanhe nossos vídeos e mostraremos todas as possibilidades. Um ouvido aguçado, um pouco de paciência e rodando knobs pode trazer a alma desses pedais lendários! 

 

Controles:
Chave Plexi: determina o “body” de grave e também a saturação do ultimo trasistor do circuito; Plexi mais tight, Super Bass mais gordo e “gated”. O modo Super Bass pode ser usado como compensação de baixa saída de captadores single coil.

Chave Mid: Controla a curva do Tone Stack, no modo Muff atua como o tonestack do Hams Head 75 com scoop agressivo de médios como nos Big Muffs clássicos. No modo full, atual relativamente flat em relação ao circuito quando o pot está posicionado no meio, variando como uma “gangorra”de frequências. Bem diferente de um tone stack tradicional que corta gradativamente os agudos. Girando no sentido horário há aumento do agudos e redução de médio/graves, no sentido oposto, redução de agudos e aumento de médio/graves. Essa combinação peculiar permite uma gama inusitada de timbres.

Chave PUNCH (Face/Bender): Aciona um estágio de ganho com transistor de germânio trazendo mais harmônicos e mais ganho,  alternando entre a sonoridade mais encorpada do fuzz face para um timbre mais agressivo e penetrante como o Tone Bender. Em algumas regulagens pode-se ter som de octave, usando modo Bender com captadores de saída alta.

Knob de ganho: atua de maneira bem dinâmica e trabalha o voice de maneira bem distinta. Próximo ao mínimo se comporta como um treble booster. Antes do meio dia soa como um drive “fuzzeado”. Do meio em diante adiciona distorção e grave, quando no máximo pode soar como se estivesse um gate, sonoridade muito comum em circuitos de fuzz.

Face Breaker Fuzz

R$699,00 R$587,00
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Lançamento da Tone Ink, o Face Breaker é o fuzz distortion que reune referências sonoras dos pedais que fundaram a história do rock e classic metal dos anos 60 e 70. Hendrix, Page, Iommi, Gilmour, Clapton, Fuzz Face, Tone Bender, Big Muff e até Dallas Range Master.  O Face Breaker pode ser usado como treble booster, fuzz, classic distortion ou mesmo um drive. Tudo isso sempre com uma pitada britânica. Versátil, dinâmico e orgânico, acompanhe nossos vídeos e mostraremos todas as possibilidades. Um ouvido aguçado, um pouco de paciência e rodando knobs pode trazer a alma desses pedais lendários! 

 

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Chave Plexi: determina o “body” de grave e também a saturação do ultimo trasistor do circuito; Plexi mais tight, Super Bass mais gordo e “gated”. O modo Super Bass pode ser usado como compensação de baixa saída de captadores single coil.

Chave Mid: Controla a curva do Tone Stack, no modo Muff atua como o tonestack do Hams Head 75 com scoop agressivo de médios como nos Big Muffs clássicos. No modo full, atual relativamente flat em relação ao circuito quando o pot está posicionado no meio, variando como uma “gangorra”de frequências. Bem diferente de um tone stack tradicional que corta gradativamente os agudos. Girando no sentido horário há aumento do agudos e redução de médio/graves, no sentido oposto, redução de agudos e aumento de médio/graves. Essa combinação peculiar permite uma gama inusitada de timbres.

Chave PUNCH (Face/Bender): Aciona um estágio de ganho com transistor de germânio trazendo mais harmônicos e mais ganho,  alternando entre a sonoridade mais encorpada do fuzz face para um timbre mais agressivo e penetrante como o Tone Bender. Em algumas regulagens pode-se ter som de octave, usando modo Bender com captadores de saída alta.

Knob de ganho: atua de maneira bem dinâmica e trabalha o voice de maneira bem distinta. Próximo ao mínimo se comporta como um treble booster. Antes do meio dia soa como um drive “fuzzeado”. Do meio em diante adiciona distorção e grave, quando no máximo pode soar como se estivesse um gate, sonoridade muito comum em circuitos de fuzz.